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Como todo movimento que ainda é minoritário na sociedade, o movimento vegetariano enfrenta repetidas demonstrações de preconceito, desinformação e mitos - em especial no Brasil, um país onde a cultura e o setor econômico da carne são tão poderosos. A imprensa, mesmo quando bem intencionada, tende a ser arrastada por estes conceitos errados, antigos e repetidos sobre o vegetarianismo e terminam, assim, emprestando o seu nome para a perpetuação de inverdades que podem ser muito lesivas ao crescimento do vegetarianismo se não forem repreendidas.

Por esta razão, a SVB vem se dedicando cada vez mais a manter um programa de vigilância da imprensa e dos meios de comunicação, reagindo nestas ocasiões por iniciativa própria ou quando acionada pelos seus filiados e exigindo retratações, correções de erros técnicos, direitos de resposta e de abertura de espaços para aprofundamento do tema - de modo a fazer-se justiça ao vegetarianismo.

Algumas ações de vigilância anteriores da SVB já resultaram em retratações importantes, como o pedido de desculpas da nutricionista do comercial da Friboi (2014) e a abertura da página 3 da Folha de São Paulo para um artigo de mais de 3 mil caracteres da SVB falando sobre os benefícios do vegetarianismo (2013). Outras, mais recentes, foram dirigidas à UOL, Época, Crescer e NOVA.

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Em mais uma prova do sucesso da Segunda Sem Carne em aprofundar o envolvimento das pessoas com o universo do vegetarianismo, a jogadora da seleção brasileira feminina de vôlei Fernandinha, medalha de ouro das Olimpíadas de Londres 2012, declarou ter se tornado vegana a partir da campanha Segunda Sem Carne.

"Eu comecei com a segunda sem carne; depois, segunda e quinta sem carne; depois, segunda, quinta e domingo sem carne. Foi quando eu descobri que eu precisava me informar mais e que eu realmente não precisava mais me alimentar com a crueldade e com o sacrifício dos animais", contou Fernandinha.

A jogadora conta que, ao partir em busca de mais informação, teve acesso na internet a uma palestra reveladora sobre a indústria da carne e, juntando os elementos, decidiu que tentaria viver uma vida "para o bem" e "sem crueldade". A partir deste momento, Fernandinha adotou um estilo de vida vegano.

A Segunda Sem Carne foi uma etapa importante para que a campeã percebesse que a alimentação vegetariana não comprometeria sua saúde ou desempenho. "Eu percebi que eu não precisava realmente comer (produtos de origem animal), mesmo sendo atleta; que eu estava forte, que eu não ia cair na quadra, que eu estava me sentindo bem".

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A campanha vegetariana de maior alcance da história continua crescendo e ocupando espaços nas grandes cidades brasileiras.

Após ter atingido cerca de 10 milhões de pessoas só no estado de São Paulo, a mensagem proposta pela SVB foi a Curitiba, sendo veiculada em cerca de dez grandes painéis em localizações privilegiadas, incluindo no aeroporto, em frente a uma das principais churrascarias da cidade e em universidades.

No final de junho, a campanha chega a Belo Horizonte, onde será apresentada em paineis atrás de ônibus metropolitanos (back bus).

Outras veiculações e inserções midiáticas estão previstas para os próximos meses, incluindo no Metrô Consolação (São Paulo) novamente em agosto.

Além de doações viabilizando a expansão das veiculações desta mensagem, a SVB encoraja a reprodução livre e autônoma das peças visuais, levando aos quatro cantos do Brasil. Para aderir a esta campanha, acesse a página do Facebook ou nos escreva em [email protected].

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Em algumas lojas da Pet Center Marginal (uma das principais empresas do segmento de pet shops no Brasil), clientes que comprarem mais de R$100,00 ganham um "Vale Rodízio de Carne". Filiados da SVB manifestaram preocupação com esta promoção, uma vez que a promoção estimula o consumo de animais e, em especial, porque trata-se de uma loja onde as pessoas vão para adquirir produtos e serviços visando o cuidado com os animais.

A SVB reagiu e encaminhou ao presidente do Pet Center Marginal, Sergio Zimerman, um ofício pedindo a suspensão da promoção e sua substituição por um "Vale Almoço Vegetariano" em um dos mais de 60 restaurantes vegetarianos da capital paulista. A empresa negou o pedido e a SVB agora mobiliza a sociedade para que peça ao Pet Center Marginal que reveja sua posição. Assine aqui.

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Durante uma semana no início de junho, a autora norteamericana Melanie Joy esteve no Brasil e fez palestras e oficinas de ativismo em Brasília, Recife, Curitiba e São Paulo. Nas suas palestras, Melanie explicou o carnismo, sistema de crenças invisível que molda nossas percepções da carne que comemos, sendo que amamos alguns animais e comemos outros sem saber o porquê.

Luana Antero, coordenadora da turnê e participante do grupo SVB Recife, conta que muitos dos espectadores se declararam profundamente impactados. "Muitas pessoas agradeceram e comentaram que as palestras abriram seus olhos para o tamanho da contradição de valores que existe neste sistema de crença invisível que faz comermos uns animais enquanto cuidamos de outros. Organizar uma turnê como esta não é brincadeira, mas foi gratificante perceber que teve um impacto real em tanta gente".

A SVB agradece aos parceiros que tornaram esta turnê possível, incluindo a Editora Pensamento, Surya Brasil, Vista-se, Empório Pura Vida, Papaya Verde, VegVeg Empório Vegetariano, Zanquetta Alimentos Congelados e Dom Veggie.

O livro "Por que amamos cães, vestimos vacas e comemos porcos" pode ser adquirido na Loja Online SVB.

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A SVB impactou diretamente milhares de pessoas na última edição da Natural Tech, a maior feira de produtos orgânicos e naturais do Brasil. Surpreendendo paladares e quebrando preconceitos a respeito da riquíssima culinária 100% vegetariana, a SVB promoveu:

- Restaurante oficial da feira ("Natural Veg"), com aproximadamente 2.500 refeições vendidas e muito elogiadas. Foi a primeira edição da história da Natural Tech em que o restaurante foi totalmente vegano, com culinária do chef Lila Prasada e sua equipe. A SVB estima que, caso uma administração não-vegetariana assumisse o restaurante oficial da feira e vendesse a mesma quantidade de refeições, teriam sido demandados aproximadamente 400 Kg de carne.

- 6º Festival da Cozinha Vegetariana, com mais de 20 chefs apresentando demonstrações culinárias. Os preparos incluíram torta de chocolate, tortas salgadas, moqueca, pão-sem-queijo e outros salgadinhos, sorvetes e até drinks e coquetéis. Os cerca de 60 assentos disponíveis não foram suficientes e havia participantes de pé durante a maior parte das demonstrações.

- 7º Seminário SVB, incluindo palestra da autora norte-americana Melanie Joy e painel de empreendedorismo com a participação de seis empresas bem-sucedidas no ramo de produtos veganos.

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