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30/09/2026
CAV retorna a Brasília com Parte 2 da capacitação e reúne mais de 50 participantes na UnB
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No dia 25 de setembro, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) realizou, na Universidade de Brasília (UnB), a Parte 2 do Curso de Capacitação para Ativistas Veganos (CAV). A formação deu continuidade à primeira edição realizada em Brasília no ano passado e, desta vez, reuniu mais de 50 participantes, entre voluntários e ativistas, para um encontro de aprendizado, troca de experiências e desenvolvimento de estratégias para fortalecer o ativismo vegano.
Conduzida por Ricardo Laurino, vice-presidente da SVB, a capacitação trouxe reflexões e ferramentas práticas para diferentes situações vivenciadas por quem atua na defesa dos animais e na promoção do veganismo — das conversas do cotidiano às ações presenciais e interações nas redes sociais.
Entre os temas trabalhados estiveram comunicação não violenta, acolhimento, estratégias para lidar com críticas e enfrentamentos, construção de diálogos e formas mais efetivas de comunicar o veganismo sem afastar quem ainda não faz parte do movimento.
Para Mila Monteiro de Barros, vice-coordenadora da SVB Brasília, um dos principais aprendizados esteve justamente na maneira de se comunicar com quem pensa diferente:
“Pra mim, o principal aprendizado dessa edição foi não transformar um não vegano em anti-vegano. Nunca me canso de ouvir o Ricardo Laurino! Além de ensinar várias técnicas para lidarmos com ataques e enfrentamentos, como comunicação não violenta, comentários ‘sanduíche’, postura de acolhimento, entre outros, a expertise dele em debates, redes sociais e contatos pessoais com diversos tipos de pessoas que criticam o veganismo não tem preço!”
A formação também trouxe novas perspectivas para quem está começando a se envolver diretamente com o ativismo. Lucas Bertulio, recém-chegado ao voluntariado da SVB Brasília, destacou como o encontro contribuiu para ampliar sua percepção sobre a forma de comunicar o veganismo:
“Participar do CAV 2 com o Ricardo Laurino foi uma experiência transformadora. O aprendizado trouxe clareza sobre como abordar o veganismo com efetividade, conectando nossos objetivos a um impacto genuíno na consciência do outro, sem perder de vista a bagagem e a construção social de cada pessoa. Sem contar a didática do Ricardo, que é excepcional.”
O CAV também proporcionou o encontro entre pessoas que atuam em diferentes frentes do movimento pelos animais. Além dos voluntários da SVB, a atividade contou com a presença de ativistas voluntários de outras organizações, ampliando o intercâmbio de experiências e perspectivas.
Beatriz Torres, coordenadora da SVB Brasília, destacou a importância dessa construção coletiva:
“O CAV foi um momento rico em trocas de vivências, experiências práticas, aprendizado e foi também uma oportunidade de conversar com Ricardo Laurino, que é um ativista incrível e sempre tem reflexões muito relevantes para acrescentar aos debates sobre ativismo vegano. Além disso, contar com a presença de ativistas voluntários de outras organizações, como Mercy For Animals e Sinergia Animal, foi interessante e tornou o intercâmbio de ideias ainda melhor!”
Mais do que compartilhar conceitos, o CAV busca oferecer ferramentas que possam ser levadas para a prática e contribuir para um ativismo mais estratégico, acolhedor e focado na transformação da realidade dos animais.
Essa perspectiva também foi destacada por Lucianna Colonna Silva Cruz:
“Para mim, o CAV2 foi uma virada de chave em relação ao que merece nossa energia no ativismo vegano. É momento de deixarmos de lado questões secundárias e focarmos no resultado: fim da exploração animal. Aprendemos muitas estratégias eficientes que podem ser aplicadas no dia a dia, nas redes sociais e nas ações.”
A realização de mais uma edição da capacitação em Brasília contou com o apoio do Grupo SVB Brasília, que esteve junto à organização e contribuiu para a realização do encontro.
Com a continuidade do CAV, a SVB busca fortalecer a formação de ativistas e criar espaços de aprendizado e troca que contribuam para uma atuação cada vez mais preparada para dialogar com diferentes públicos, transformar conhecimento em ação e ampliar o impacto do veganismo e da defesa dos animais na sociedade.

